A palavra chakra, de origem sânscrita, quer dizer "roda" ou "pires", em seus movimentos vorticosos, forma uma depressão no centro; portanto, seu significado etimológico é "disco giratório".
Os centros de força (chakras) são pontos de conexão ou enlace pelos quais flui a energia de um corpo energético a outro. São entradas e saídas de energias formando vórtices energéticos.
Quando observados de perfil em seu veloz funcionamento giratório, se assemelham a "taças" ou "copos cônicos". Quando vistos de frente, lembram o movimento acelerado e vertiginoso das turbinas dos aviões em alta velocidade, porém emitindo cintilações de cores.
Nós possuímos chakras no corpo astral (perispírito) e no corpo etérico (duplo-etérico). No corpo físico temos plexos nervosos. Os chakras do duplo-etérico e os do perispírito estão intimamente ligados uns aos outros em contato energético, atuando diretamente sobre as glândulas do corpo físico.
O tamanho dos centros de força depende do nosso desenvolvimento espiritual.
Os chakras comunicam-se entre si através de condutores energéticos, conhecidos na medicina tradicional chinesa como meridianos e no hinduismo como nadis.
São sete os principais porém, ao todo, possuímos incontáveis centros de força de menor expressão. Alguns espiritualistas afirmam que possuímos aproximadamente 88.000 chakras.
Os chakras do perispírito captam as vibrações do espírito e as transferem aos centros de força do duplo-etérico, que as filtra e as remete para as regiões correspondentes no corpo físico.
O centro coronário do perispírito, por exemplo, é um fabuloso órgão sem analogia entre nós, sede das mais avançadas decisões do espírito, ao passo que o mesmo chakra coronário do duplo-etérico é tão somente um elo de conexão, uma ponte viva sensibilíssima, mas sem autonomia, unindo o perispiritual com o plano físico da criatura em desenvolvimento.
O movimento giratório dos chakras resulta do encontro das energias espirituais com energias físicas vindas do planeta. O movimento giratório vorticoso dos centros de força resulta do choque das energias espirituais sutilíssimasdescidas do Alto, com energias físicas primárias, agressivas e vigorosas que sobem da Terra carregadas de impurezas próprias do mundo. Esse fenômeno é algo semelhante às correntes de ar frio que descem de nuvens carregadas de água e entram em choque com as correntes de ar quente, que sobem da crosta terráquea, resultando nos conhecidos fenômenos atmosféricos dos ciclones, tufões ou redemoinhos de vento.
Quando maior for a absorção de energias maior será a quantidade de giro dos centros de força.
De acordo com o tamanho do centro de força, compatível com a nossa evolução espiritual, vai ocorrer um fluxo de energia que irá determinar a certa quantidade de giros. Quando temos pensamentos, semtimentos e desejos nobres, atingiremos máximo de giros para aquele tamanho de chakra. Quando temos pensamentos. sentimentos e desejos negativos diminuiremos o giro para aquele tamanho de chakra, ou seja, nossos pensamentos, sentimentos e desejos negativos dificultam o funcionamento dos centros de força, diminuindo nossas percepções espirituais.
Portanto, é preciso que a pessoa assimile ou perceba mais o plano espiritual e acelere a velocidade de giros dos centros de força.
Quanto maior for o centro de força, maior é nossa percepção, pois possibilita mais entrada de energia, aumentando a quantidade de giro.